O que significa ser feliz?
Actualmente, somos incapazes de pensar o nosso dia-a-dia sem o auxílio do computador. Vivemos a era das novas tecnologias, o crescimento desenfreado da Internet e das comunicações móveis. Somos escravizados pelas máquinas e nem nos apercebemos disso. O Homem não consegue deslocar-se para nenhum lado sem o telemóvel e o portátil. Como seria viver sem correio electrónico? Para nós, algo impensável e, mesmo, inquestionável.
Contudo, a “aldeia global”de que McLuhan falava não é, nem de longe, uma realidade. Podemos mesmo questionar se o será nos próximos anos…
Se nos deslocarmos ás aldeias do interior do país, deparámo-nos com outra realidade, bem diferente daquela em que vivemos. Muitas pessoas nunca viram um computador, outras acham que os telemóveis são “um aparelho de ricos”. O mais parecido que têm ou viram é o comando da televisão. Não nos podemos esquecer daqueles que ainda não têm televisão ou que ainda a vêem como um objecto misterioso e que merece algum “respeito”.
O mundo destas pessoas é muito diferente do nosso. Às vezes até nos esquecemos que estas pessoas existem, que moram no mesmo país que nós e que, tal como todos os seres humanos, também sonham. Mas, os seus sonhos são de outra espécie, de outra dimensão. Enquanto nós sonhamos com um bom emprego ou com um computador novo, eles sonham com a paz, com muita saúde e amor. Enquanto nós somos cada vez mais individualistas e egoístas, eles juntam-se à fogueira e comem um pedaço de pão em família.
Em que somos diferentes? Ambos somos seres humanos que buscamos a felicidade. No entanto, este conceito é pluridimensional, muda consoante as pessoas. Sim, são maneiras de alcançar a felicidade, diferentes.mas qual será a melhor? É difícil de responder a esta pergunta, mas, no fundo, todos sabemos que precisamos dos outros para viver, que necessitamos de paz e os bens materiais são apenas um componente, dispensável, como vemos, para existirmos.
Actualmente, somos incapazes de pensar o nosso dia-a-dia sem o auxílio do computador. Vivemos a era das novas tecnologias, o crescimento desenfreado da Internet e das comunicações móveis. Somos escravizados pelas máquinas e nem nos apercebemos disso. O Homem não consegue deslocar-se para nenhum lado sem o telemóvel e o portátil. Como seria viver sem correio electrónico? Para nós, algo impensável e, mesmo, inquestionável.
Contudo, a “aldeia global”de que McLuhan falava não é, nem de longe, uma realidade. Podemos mesmo questionar se o será nos próximos anos…
Se nos deslocarmos ás aldeias do interior do país, deparámo-nos com outra realidade, bem diferente daquela em que vivemos. Muitas pessoas nunca viram um computador, outras acham que os telemóveis são “um aparelho de ricos”. O mais parecido que têm ou viram é o comando da televisão. Não nos podemos esquecer daqueles que ainda não têm televisão ou que ainda a vêem como um objecto misterioso e que merece algum “respeito”.
O mundo destas pessoas é muito diferente do nosso. Às vezes até nos esquecemos que estas pessoas existem, que moram no mesmo país que nós e que, tal como todos os seres humanos, também sonham. Mas, os seus sonhos são de outra espécie, de outra dimensão. Enquanto nós sonhamos com um bom emprego ou com um computador novo, eles sonham com a paz, com muita saúde e amor. Enquanto nós somos cada vez mais individualistas e egoístas, eles juntam-se à fogueira e comem um pedaço de pão em família.
Em que somos diferentes? Ambos somos seres humanos que buscamos a felicidade. No entanto, este conceito é pluridimensional, muda consoante as pessoas. Sim, são maneiras de alcançar a felicidade, diferentes.mas qual será a melhor? É difícil de responder a esta pergunta, mas, no fundo, todos sabemos que precisamos dos outros para viver, que necessitamos de paz e os bens materiais são apenas um componente, dispensável, como vemos, para existirmos.
