Enviado especial em Bagdad fala da sua experiência
Realizou-se hoje, no âmbito da disciplina de Jornalismo, uma aula aberta com Elmano Madaíl, enviado especial do Jornal de Notícias (Jn) na guerra do Iraque. Com experiência do “palco de guerra”, o responsável pela Edição Minho do Jn falou da sua experiência e mostrou o quanto é difícil lidar com certas situações quando se está num conflito.
Madaíl referiu que não foi fácil chegar a Bagdad e que durante essa trajectória muitos jornalistas desistiram. A alimentação era à base de enlatados e o dinheiro era a garantia para permanecer lá.
A relação entre os jornalistas de diferentes países era amigável e a entreajuda era constante. Durante o dia procuravam “histórias” para enviar para a redacção e à noite juntavam-se no hotel Palestina para conversar.
Os guias que acompanhavam os jornalistas eram uma ajuda fundamental para perceber a língua árabe e ter mais segurança nas ruas. Quanto aos civis iraquianos, eram pessoas com uma educação elevado e quase todos bilingues.
Quando lhe perguntaram se sentiu medo, Elmano Madaíl disse que nestas situações, o medo é instintivo. A adrenalina provocada por esta tensão é o que faz este jornalista ser voluntário em conflitos de guerra. Já esteve no Kosovo, no Afeganistão e, mais recentemente, no Iraque.
Realizou-se hoje, no âmbito da disciplina de Jornalismo, uma aula aberta com Elmano Madaíl, enviado especial do Jornal de Notícias (Jn) na guerra do Iraque. Com experiência do “palco de guerra”, o responsável pela Edição Minho do Jn falou da sua experiência e mostrou o quanto é difícil lidar com certas situações quando se está num conflito.
Madaíl referiu que não foi fácil chegar a Bagdad e que durante essa trajectória muitos jornalistas desistiram. A alimentação era à base de enlatados e o dinheiro era a garantia para permanecer lá.
A relação entre os jornalistas de diferentes países era amigável e a entreajuda era constante. Durante o dia procuravam “histórias” para enviar para a redacção e à noite juntavam-se no hotel Palestina para conversar.
Os guias que acompanhavam os jornalistas eram uma ajuda fundamental para perceber a língua árabe e ter mais segurança nas ruas. Quanto aos civis iraquianos, eram pessoas com uma educação elevado e quase todos bilingues.
Quando lhe perguntaram se sentiu medo, Elmano Madaíl disse que nestas situações, o medo é instintivo. A adrenalina provocada por esta tensão é o que faz este jornalista ser voluntário em conflitos de guerra. Já esteve no Kosovo, no Afeganistão e, mais recentemente, no Iraque.
